Como Importar Roupas

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Três coisas são de extrema necessidade para a sobrevivência humana: alimentação, moradia e vestimentas. Quando o assunto é roupa, é praticamente impossível ficar sem utilizá-las. A não ser que você seja um naturalista e viva numa praia de nudismo, provavelmente precisará usá-las para trabalhar, ir à faculdade e até mesmo ficar em casa.

Você já pensou em comprar roupas no exterior, para pagar um preço mais acessível do que desembolsaria adquirindo algo no Brasil? Se sim, nos parágrafos a seguir te ensinaremos os macetes sobre importar roupas.

>>> Veja também: Como Importar da China

Onde comprar roupas

Inicialmente é importante destacar o seguinte fato: existem sites e sites de compra. Da mesma forma que há lojas físicas com produtos de excelente qualidade, o mesmo vale para as virtuais. Por outro lado, os fanfarrões também existem nos dois ambientes.

Nossa primeira dica é saber ONDE comprar. Pesquise na web por meio de fóruns, sites de reclamação e nas redes sociais quais são as melhores lojas para se adquirir um produto do exterior.

É aconselhável realizar a compra somente após navegar na internet e conhecer a opinião de outros compradores. Isso evitará futuros problemas e garantirá mais satisfação.

Tenha um cartão internacional

Por ser uma compra realizada fora do Brasil é necessário ter um cartão de crédito internacional, independente da bandeira. Somente com ele em mãos você poderá adquirir seus produtos com melhores preços.

Dicas para facilitar sua compra

1# Fique de olho nas medidas

Na loja física você costuma experimentar a roupa antes de pagar por ela. Se não gostou há a opção de trocá-la antes mesmo de ir até o caixa. Isso não acontece na compra online. O que você poderá fazer é observar as medidas da roupa que está comprando.

É importante salientar que as medidas internacionais são diferentes das brasileiras. Observe os tamanhos disponíveis no site e sempre verifique as medidas antes de efetuar a compra.

2# Não compre um falso achando que é original

Essa dica pode ser óbvia, porém de extrema importância. Alguns sites – especialmente os chineses – costuma importar réplicas como se fossem roupas originais.

>>> Veja também: Como Importar Perfumes Eletrônicos e Relógios

Por isso priorize adquirir seus produtos diretamente no fornecedor. O preço será semelhante ao em outros sites e você terá certeza de que a qualidade é boa.

É seguro importar roupas?

Existem duas respostas para essa pergunta. Conhecendo os sites certos – os quais oferecem segurança na compra – você não terá problemas para obter sua roupa ou tênis.

Por outro lado, ao buscar produtos em lojas e sites desconhecidos você pode cair numa cilada. Ai não tem outra! Além de poder ter seus dados sigilosos revelados corre o risco de ficar sem produto e pagar por eles.

Seja paciente, pois os produtos demoram a chegar

Você encontrou o site desejado, entupiu o carrinho online de produtos e efetuou a compra. Está tudo maravilhoso, não é mesmo? Agora é a hora de exercitar sua paciência. Isso porque a encomenda internacional pode demorar dias – há casos de meses.

Sabe o motivo dessa demora? O grande volume de produtos importados para o Brasil. E não é somente a burocracia do nosso país o motivo do atraso. A fiscalização rígida da alfândega também pesa.

Não se estresse! Da mesma forma que seu produto pode chegar em casa com menos de 15 dias, pode demorar um mês, dois meses…

No final, valerá a pena a espera.

Como importar roupas para revender

Os preços atrativos oferecidos pelos sites internacionais atraem também despertam a atenção de comerciantes do varejo, atacado e empreendedores solitários. Se seu objetivo é comprar roupas, sapatos, perfumes, relógios entre outros tantos produtos disponíveis no mercado a logística é a mesma citada nos parágrafos anteriores.

Procure os fornecedores com os melhores preços e capazes de oferecer tudo que você busca. Analise ainda o valor do frete – alguns entregam gratuitamente no Brasil – e a previsão de entrega. E tenha muito cuidado com os vendedores piratas.

Formalize para ser legal!

Um detalhe muito importante deve ser levado em conta caso sua compra seu para revenda. É necessário criar uma empresa para a importação ser legalizada. Depois disso é preciso formalizar seu negócio, registrando-o no RADAR (Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros).

Comprando diretamente no fornecedor

Se você fez uma viagem para o exterior e aproveitou para comprar produtos fique atento. A Receita Federal do nosso país está cada vez mais rigorosa. Então nada de tentar atravessar as fronteiras sem o devido licenciamento do produto. O Fisco reterá tudo!

Vantagens em importar produtos

Ao longo desse texto afirmamos inúmeras vezes o fato de importar produtos ser vantajoso por ser mais em conta. Um produto pode ser adquirido por mais da metade do valor pago por ele em alguma loja do Brasil.

A economia é o principal atrativo, isso está mais do que comprovado. Para quem adquire produtos de qualidade diretamente do fornecedor para revender no país, outro ponto se destaca: a lucratividade.

>>> Veja também: Segredos da Importação

Não está claro? Ao comprar uma camiseta de marca – Hollister ou Lacoste – o produto pode custar R$ 50 reais. Caso a revenda seja feita com o valor de R$ 200 a lucratividade é certeira.

Imagine esse retorno financeiro em um ano? Com isso é possível montar um negócio lucrativo e estável por décadas.

Obstáculos nas importações

Se a alta do dólar e a dura fiscalização da Receita Federal já não fossem motivos suficientes para incomodar os importadores, o Governo acrescentou mais um a essa lista.

No dia 22 de junho a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 13.137/2015. Com isso haverá aumento das alíquotas de PIS/Cofins sobre alguns produtos importados. Estão no grupo dos afetados as bebidas, produtos farmacêuticos e cosméticos. Essa medida faz parte do ajuste fiscal do governo.

O motivo para o aumento é a necessidade do governo em implantar o ajuste fiscal – para evitar a temida recessão – proposto no início do atual mandato de Dilma. Essa medida foi sancionada a contragosto do Congresso Nacional e se junta a duas ações impopulares do governo: a limitação de acesso ao seguro-desemprego e às mudanças na pensão por morte.

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